sábado, 1 de outubro de 2011

BREVE ROTEIRO DE CARCTERIZAÇÃO


1.  IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA

A instituição escolar que serve como base para composição desse trabalho localiza-se num bairro considerado nobre do município de Maceió. Para evitar maior exposição e preservar os sujeitos que compõem o corpo escolar serão omitidas denominações que por ventura identifique a instituição ou qualquer membro que a compõe.


2.  CARACTERIZAÇÃO INSTITUCIONAL

2.1.        Classificação da Escola

Trata-se de uma escola de caráter público, pois esse ambiente foi criado, é mantido e administrado pelo Governo Estadual de Alagoas, uma vez que o mesmo disponibiliza verbas para pagamento de funcionários, compra de merenda escolar bem como mantém o funcionamento integral da escola ao garantir o acesso dos recursos exigidos para que a instituição exerça sua função perante a sociedade.

2.2.        Perfil Socioeconômico e Cultural

É importante evidenciar que a escola encontra-se na Ponta Verde, um bairro nobre da cidade e os alunos que compõem o corpo da instituição, em geral, são de classe média baixa. Tratam-se principalmente de trabalhadores, filhos de trabalhadores ou pessoas vindas do interior que em sua maioria, são originários dos bairros da Pajuçara, Ponta da Terra, Jatiúca, entre outros. Destaca-se que os alunos que compõem o turno noturno, em sua maioria, trabalham aos arredores da escola em horário oposto da aula nas mais diversas funções; babás, porteiro, serviços gerais, entre outros. Destaca-se ainda que o alunado da escola não recebe nenhum tipo de assistência de saúde oferecida pelo governo público
Conforme dito pela gestora, a comunidade que reside na região apoia o trabalho desenvolvido, ajuda na preservação da mesma e contribui para manter os alunos na escola, enfatizou ainda que a procura para trabalhar na escola por parte dos concursados estaduais é bastante elevada devido à localização e à estrutura física da instituição.

2.3. Perfil da Educação Ofertada

A escola observada funciona em três horários: matutino, vespertino e noturno atendendo 656 alunos distribuídos no Ensino Fundamental I e II, Educação de Jovens e Adultos além da Educação Especial. No turno da manhã são oferecidos do 1º ao 5º Ano, durante o turno vespertino, são oferecidos o 5º, 8º, 9º anos, já no horário noturno são ofertados do 6º ao 9º Ano bem como a Educação de Jovens e Adultos para a primeira, segunda e terceira fases.

Em relação à Educação Especial são ofertadas 4 (quatro) salas, sendo que 2 (duas) para os turnos matutino e 2 (duas) vespertino. Vale ressaltar que o Ensino Fundamental I e II estão nas formas de organização em series anuais enquanto a Educação de Jovens e Adultos encontra-se organizada em segmentos.
A distribuição dos alunos, conforme número de turmas e quantidade de alunos é disposta da seguinte forma:


TURNO MATUTINO – FUNDAMENTAL I


Quantidade de Salas
Anos
Quantidade de Alunos: Turma A
Quantidade de Alunos: Turma B
Quantidade de Alunos: Turma C
3
1º Ano
22
20
20
2
2º Ano
23
21
-
3
3º Ano
22
24
24
2
4º Ano
31
30
-


TURNO MATUTINO – EDUCAÇÃO ESPECIAL

Quantidade de Salas
Quantidade de Alunos
Sala 2
6
Sala 3
3



TURNO VESPERTINO – FUNDAMENTAL I e II

Quantidade de Salas
Anos
Quantidade de Alunos: Turma A
Quantidade de Alunos: Turma B
Quantidade de Alunos: Turma C
2
5º Ano
29
28
-
2
8º Ano
26
30
-
3
9º Ano
27
27
30



TURNO VESPERTINO – EDUCAÇÃO ESPECIAL

Quantidade de Salas
Quantidade de Alunos
Sala 1
4
Sala 4
8


TURNO NOTURNO – FUNDAMENTAL II

Quantidade de Salas
Anos
Quantidade de Alunos
1
6º Ano
44
1
7º Ano
32
1
8º Ano
20
1
      9º Ano
29

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADUTOS - NOTURNO

Quantidade de Salas
Anos
Quantidade de Alunos
1
1º Fase
19
1
2º Fase
22
1
3º Fase
35


3. INSTALAÇÕES

3.1. INSTALAÇÕES GERAIS

A escola em três horários: de 7h30min às 11h40min, das 13h às 17h40min e das 18h30mim às 22h. De uma forma genérica, é possível afirmar que a escola tem boas instalações gerais. Trata-se de um espaço agradável, higiênico, acessivo com excelente iluminação e ventilação bem como dotado de um clima de cordialidade e satisfação entre os indivíduos que forma a comunidade escolar.

3.1.1 ESPAÇO FÍSICO

O espaço físico da instituição escolar que norteia essa pesquisa de campo está dividido em 9 (nove) salas de aulas, 3 (três) instalações administrativas, sendo essas divididas para a secretaria, a direção e a coordenação, são 3 (três) instalações para merenda, sendo que 1 (uma) destina-se à cozinha, 1 (uma) à cantina e 2 (duas) à dispensa bem como 1 (uma) sala para os docentes, quanto aos espaços de lazer e recreação, verificou-se que existe 1 (uma) quadra, 1 (um) galpão e 1 (um) pátio. A escola também possui 3 (três) instalações sanitárias: 1 (um) banheiro feminino, 1(um) banheiro masculino e 1 (um) banheiro para uso de funcionário além de dispor de 1 (uma) biblioteca, 1 (uma ) sala para leitura, 1 (uma) sala de informática, 1 (um) arquivo morto e 1 (um) sala de vídeo.
Foi observado que as instalações da instituição escolar de um modo geral são bem satisfatórias e atendem os padrões de higiene, segurança e organização. Mais especificamente sobre as salas de aulas, verificou-se que são amplas, com boa iluminação e ventilação e os móveis encontram-se em bom estado de conservação, características bastante semelhantes às instalações sanitárias e os espaços para a merenda. No que diz respeito às condições de acesso para portadores de necessidades especiais, foi constatado a presença de 1 (uma) rampa de acesso e 2 (dois) banheiros adaptados, consequentemente, percebe-se que são condições razoáveis, já que são precisos outros aparatos para viabilizar uma melhor circulação de portadores de necessidades especiais dentro do espaço físico analisado, tais como: maior quantidade de rampas de acesso e presença de corrimões.
Sobre as instalações de lazer e recreação, há quadra poliesportiva, galpão e pátio, consoante dito anteriormente, entretanto como bem frisou a gestão da escola, essas instalações são difíceis de serem usadas em determinados horários do dia, principalmente a quadra, já que não dispõe de uma cobertura que inibe o contato excessivo do sol perante os alunos que encontram-se nesses espaços.
Um aspecto bem positivo que tende a ser evidenciado dentro do espaço físico da escola é a disposição na qual são colocados os trabalhos efetuados pelos alunos. As paredes são repletas de belos cartazes, murais e produções que certamente deixam o espaço com ares de socialização de conhecimentos e relações sócias afetivas estabelecidas pelos alunos.

Esperamos que esse breve roteiro possa ter repassado informações essenciais quando falamos sobre a caracterização de um ambiente escolar e tenha  ilustrado minimamente esse espaço que servirá como aquisição de conhecimentos durante os próximo meses. Até breve ! =)

Karine Greyce
Keli Silva
Lílian Bárbara
Luysla Grigório


Dialogando com a Coordenação

Nossa última visita a escola que está norteando a disciplina de Estágio Supervisionado em Gestão Educacional, acontecida em 29 de setembro de 2011, foi marcada por um diálogo bastante significativo e esclarecedor com a coordenadora do Ensino Fundamental II – Noturno. Vale destacar que durante esse momento com a coordenação, foi enfatizado aspectos mais específicos no que diz respeito ao Fundamental II, uma vez que precisamos identificar quais são os pontos mais sensíveis dentro dessa vertente da Educação Básica, para que posteriormente seja apontado um ponto entre os diagnosticados e aconteça o Projeto de Intervenção. Serão destacadas a seguir importantes circunstâncias estabelecidas e comumente percebidas entre as três partes que juntas solidificam as relações humanas que formam o corpo de toda e qualquer instituição escolar: GESTÃO, PROFESSORES E ALUNOS.

As informações aqui descritas foram gentilmente concedidas pela coordenadora da instituição escolar, graduada em Pedagogia, especializada em Formação Docente e funcionária efetiva do estado, está há um no na coordenação da escola pelo horário noturno e afirmou que de início houve um impacto ao deparar-se com uma série de questões, antes nunca vivenciadas ou se vivenciadas, fora de forma menos intensa.

Segundo as palavras da coordenadora, há uma disparidade entre as realidades vividas ao exercer a gestão pelo horário diurno e uma outra, pelo noturno e para melhor explicar, ela exemplificou a partir de algumas problemáticas observadas: a evasão escolar em grandezas alarmantes e a negação dos alunos perante às atividades propostas e alguns projetos colocados, entretanto a gestora afirmou que muita coisa já foi modificada e o comprometimento por parte da grande maioria dos funcionários é um dos motivos que fazem com que esse quadro seja revertido.

Sobre o perfil do aluno do Fundamental II, foi analisado que a maioria dos alunos pertencem a faixa etária dos 18 aos 45 anos e ocupam funções variadas, tais como: secretárias domésticas, diaristas, porteiros e babás que trabalham nas proximidades da região em que a escola localiza-se, vindos do interior e com um perfil socioeconômico baixo. A gestora explicitou que a evasão escolar é um grande problema enfrentado atualmente e citou que quando um aluno deixa de trabalhar ou se o empregador desse aluno realiza alguma viagem, muito provavelmente o aluno em questão dificilmente continuará estudando na instituição. Outro problema apontado foi o fato de muitos alunos resumirem os estudos ao quadro, giz e professor e quando são apontados instrumentos como filmes, palestras e projetos, esses são vistos de uma perspectiva negativa por parte de grande parte dos alunos. Contudo ocorre uma conscientização por parte da equipe gestora da importância do uso de todo tipo de material didático durante as aulas, inclusive com a presença constante de projetos sobre a consciência negra, folclore, meio ambiente e leitura bem como a utilização contínua da sala de informática, confecção de cartazes e utilização persistente dos instrumentos negados pelos alunos, conforme dito anteriormente. A gestora indicou ainda a difícil tarefa de coordenar atividades extras e os trabalhos com apresentações, uma vez que os alunos não gostam desse tipo de meio de apropriação do conhecimento e alegam que não têm tempo para se dedicar o suficiente, entretanto a gestão insiste nessas práticas pedagógicas, pois apesar de trabalhoso, sabe-se que o resultado é bom. Em específico sobre a disciplina de Educação Física, ressalta-se que tal está dividida em teoria e prática e que os alunos não aceitam a matéria com espontaneidade, sendo que pouquíssimos envolvem-se nas atividades propostas alegando a dificuldade de chegarem assiduamente no horário inicial da disciplina marcado às 17h.

Quanto aos programas destinados aos alunos do Ensino Fundamental II que são financiados pelo Governo, foram destacados a merenda escolar, o livro didático e o Plano de Desenvolvimento da Escola – PDE.

A equipe de professores que formam o Fundamental II Noturno é composta por 8 (oito) professores do quadro efetivo e são divididos nas disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Ciências, Artes, Educação Física e Ensino Religioso. Sobre a formação dos professores, verificou-se que todos possuem graduação e são devidamente funcionários efetivos do Estado e alguns são mestres, já sobre a formação continuada, observa-se que é feita pela Secretária Municipal de Educação – SEMED, porém nem todos conseguem efetuar esse tipo de, visto que encontram-se em sala de aula durante a realização da mesma. A coordenadora também esclareceu os professores são participativos, engajados em suas respectivas atividades e mantém uma boa relação com os alunos. Foi destacado ainda que os professores possuem autonomia para aplicação  das práticas pedagógicas que julgam como as mais coerente além da liberdade que possuem para mencionar quaisquer tipos de dúvidas, sugestões ou descontentamentos.

Quanto ao calendário que regular a instituição, sabe-se que é a SEMED que propõe, entretanto a escola pode adequá-lo de acordo com necessidades próprias. No momento, a escola está reelaborando o calendário devido à retirada das aulas de sábado e consequentemente o aumento dos dias letivos. Já sobre o currículo, foi dito que o mesmo é organizado pelo professor com o apoio da coordenação e subsidiado pelas normas da SEMED. A avaliação também é orientada pela Secretaria de Educação e normalmente divide-se em três notas, como bem explicitou a coordenadora, são elas: trabalhos ou atividades realizados de forma individual, uma em dupla e outra em grupo, geralmente pode ocorrer uma quarta nota, caso haja uma atividade extra como gincana, atividade literária ou exposição de trabalho.

No que diz respeito às reuniões, a gestora destacou que em geral acontecem no início do ano letivo, a cada dois meses ou por situações de caráter de emergência com a participação da gestão e professores sendo essas reuniões capazes de suprir com as necessidades pedagógicas e administrativas da instituição.

Sobre as relações estabelecidas entre todas as partes que compõem a escola, a gestora afirmou que caracteriza-se por ser de qualidade com diálogo e forte acessibilidade entre todos.

Até as próximas, e tão esperadas, Impressões sobre Gestão Escolar! =)

Karine Greyce
Keli Silva
Lílian Bárbara
Luysla Grigório

sábado, 24 de setembro de 2011

Dialogando com a Gestão Escolar

Depois de algumas semanas distantes do Estágio Supervisionado I devido à greve dos professores e também por ter acontecido o Encontro de Pesquisa em Educação em Alagoas - EPEAL, podemos afirmar que o nosso retorno às atividades de campo foi reiniciado com o pé direito, uma vez que tivemos a oportunidade de conversar com a vice-diretora da instituição escolar na qual o estágio está sendo desenvolvido. O conteúdo desse diálogo foi bastante rico e serviu para que o grupo expandisse conceitos sobre os mais diversos assuntos referentes tanto a gestão educacional quanto ao funcionamento da escola como um todo. Esse diálogo que estamos nos referindo aconteceu em 19 de setembro de 2011, contou também com os demais grupos que fazem parte do Estágio Supervisionado I e teve duração aproximada de 1 (uma) hora.

De início, a vice-diretora, que tem sua formação acadêmica em Letras e faz parte do quadro de profissionais efetivos da escola, esclareceu que foi convidada para compor a chapa e tomou posse em eleição direta há quase quatro anos. Entre avanços, obstáculos e embates, a vice-diretora, mencionou a importância de o gestor saber liderar, já que o convívio com professores, pais, alunos, parte administrativa, é bastante intenso, consequentemente exige responsabilidade, dedicação e organização. Ela explicitou a relevância do saber ouvir por parte da equipe gestora além da capacidade de saber lidar com as mais diversas situações, uma vez que cabem aos gestores a demanda proveniente de toda a escola.

É importante evidenciar que a escola encontra-se na Ponta Verde, um bairro nobre da cidade e os alunos que compõem o corpo da instituição, em geral, são de classe média baixa e trabalham pela proximidade da região no horário oposto da aula. Tratam-se principalmente de trabalhadores, filhos de trabalhadores ou pessoas vindas do interior que em sua maioria, são originários dos bairros da Pajuçara, Ponta da Terra, Jatiúca, entre outros. Conforme dito pela gestora, a comunidade que reside na região apoia o trabalho desenvolvido, ajuda na preservação da mesma e contribui para manter os alunos na escola, enfatizou ainda que a procura para trabalhar na escola por parte dos concursados estaduais é bastante elevada devido à localização e à estrutura física da instituição.

Em relação aos aspectos positivos que circundam a escola, a vice-diretora explanou sobre o envolvimento e a participação efetiva da comunidade dentro do ambiente escolar bem como os Projetos de Leitura, Escrita e Esporte oferecidos aos alunos, o excelente quadro de corpo docente presente na instituição e o empenho de todos os colaboradores para um bom desenvolvimento funcional da instituição. Para melhor ilustrar, foi explicado que não há hierarquia, por exemplo, em um dado momento a vice-diretora pode está resolvendo uma determinada circunstância crítica e em um momento posterior, a mesma pode estar executando uma atividade de limpeza. Já sobre as principais dificuldades, a gestora citou a necessidade de reformulação do Projeto Político Pedagógico (PPP), a ausência de uma quadra poliesportiva melhor estruturada e a falta de profissionais para trabalhar com os alunos portadores de necessidades especiais.

Sobre a continuidade do trabalho como gestora, a vice-diretora destacou que haverá uma nova eleição em outubro, entretanto não disputará novamente por nenhuma chapa, pois observa que é necessário dar oportunidades para outros gestores bem como solidificar a formação de mais líderes para perante o processo de gestão escolar. Ao término de sua gestão, ela pretende retornar as atividades enquanto professora dentro das salas de aulas.

Durante esse encontro nos foram apresentadas as principais instalações da escola, tais como: as salas de aula, a sala de leitura, os banheiros, a cozinha, as salas dos professores, a sala da coordenação, a sala de vídeos, entre outros ambientes. Salientamos que as instalações físicas mencionadas foram registradas por meio de fotografias, das quais irão constar aqui no nosso blogger em breve para que todos possam ter acesso.

Por enquanto ficamos por aqui e estamos na expectativa de socializar nossas experiências para que possam nortear debates e reflexões acerca da temática proposta. Até o próximo encontro! =)

Karine Greyce
Keli Silva
Lílian Bárbara
Luysla Grigório

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Atividade 1 - Estágio Supervisionado

Em primeiras linhas, é possível afirmar que consoante explanam CASSOL e CROCE (2011) em “O Estágio em Gestão Educacional: uma experiência de ensino como pesquisa na formação do pedagogo”, o Estágio Supervisionado em Gestão tem como pontos norteadores a eminência do graduando do curso de Pedagogia como um sujeito crítico e autônomo para exercer futuras práticas pedagógicas.

Um outro aspecto bastante veemente mencionado pelas autoras refere-se à relação entre teoria e prática enfatizadas no artigo, na qual a sala de aula é o espaço tradicionalmente considerado como ponto chave para a aquisição de conhecimentos e debates acerca de temas referentes à Educação enquanto a ida aos espaços escolares vivenciados pelos estagiários é primordial para a problematização, a reflexão e a tomada de conhecimento da realidade, uma vez que se trata da aplicação do conhecimento oriundo de estudos. Essa práxis tão salientada por CASSOL e CROCE (2011) pode ser melhor ilustrada quando as autoras explicitam a maneira pela qual o estágio deve ser desenvolvido através da Resolução n.170/2005:

Estagio Curricular Supervisionado de Gestão I – com carga horária de 68 horas e deve ser desenvolvido da seguinte forma:
I - observação e análise do campo de estágio;
II - destaque de possibilidades para atuação em âmbito restrito ao pedagogo/gestor;
III - elaboração de plano de estágio a partir da realidade escolar;
IV - realização das atividades previstas no plano de estágio,
V - elaboração de relatório final de estágio. (p.5731)

Além da resolução observada anteriormente, outros indícios denotam a práxis como a principal concepção de estágio defendida pela autora, como por exemplo, a função de um professor encarregado de lecionar a teoria e a prática do estágio, a centralização da problematização em duas questões específicas, a demarcação inflexível da carga horária dividida em atividades práticas e teóricas bem como a elaboração de um pré-projeto como um instrumento dirigido para a execução das atividades bem como a ausência de projetos de intervenções e reelaborações.

Entretanto, apesar da importância estabelecida por CASSOL e CROCE quanto à práxis ensaiada durante o processo de estágio, é importante salientar que as autoras também observam, ainda que de forma mais tímida, o dado momento como um espaço suscetível para a formação de professores assim como o surgimento de um olhar investigativo e inovador desses profissionais.

É possível acessar o texto discutido na íntegra em:

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Princípios e Bases da Gestão Democrática


Olá Pessoal!

Estamos disponibilizando dois vídeos sequenciais que julgamos serem bastante significativos no que diz respeito à Gestão Democrática Escolar. Em Princípios e Bases da Gestão Democrática I e II temas como conceituação de Cultura, características de Educação e Gestão Democráticas são bem explanados e para melhor ilustrar, os vídeos apresentam importantes avanços conquistados por uma dada escola pública quando a mesma inicia o processo democrático e consequentemente, emergem excelentes resultados não apenas para a funcionalidade da escola, mas também para os alunos em suas particularidades pessoais. As reflexões e problematizações que aparecem em seguir também merecem ser destacadas, uma vez que são enriquecedoras para a formação crítica de todos que compõem a comunidade escolar.

Confiram e deixem suas opiniões!